
Título: The First Bad Man: A Novel
Autor: Miranda July
Sinopse: *New York Times Bestseller*
The “brilliant, hilarious, irreverent, piercing” (O, The Oprah Magazine) debut novel from Miranda July, acclaimed filmmaker, artist, and writer.
Cheryl Glickman believes in romances that span centuries and a soul that migrates between babies. She works at a women’s self-defense nonprofit and lives alone. When her bosses ask if their twenty-year-old daughter, Clee, can move into her house for a while, Cheryl’s eccentrically ordered world explodes. And yet it is Clee—the selfish, cruel blond bombshell—who bullies Cheryl into reality and, unexpectedly, leads her to the love of a lifetime.
Tender, gripping, slyly hilarious, infused with raging sexual fantasies and fierce maternal love, Miranda July’s first novel confirms her as a spectacularly original, iconic, and important voice today, and a writer for all time.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “The First Bad Man: A Novel”, de Miranda July, publicado pela editora Scribner, em 2015 e com 304 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Scribner
Páginas: 304
Ano: 2015-09-08
Edição: Reprint
Linguagem: en
ISBN: 1439172579
ISBN13: 9781439172575
Sobre a editora
Os livros da editora Scribner costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre histórias pessoais intensas e análises históricas detalhadas. As sinopses sugerem um interesse editorial por temas que exploram conflitos humanos profundos, como a luta pela sobrevivência, o impacto da memória, e as complexidades do poder, muitas vezes ambientados em cenários realistas e contemporâneos ou em contextos históricos ricos. O tom varia entre o dramático e o reflexivo, com ritmo que ora se acelera em thrillers e espionagem, ora desacelera em relatos intimistas e ensaios que convidam à reflexão.
