
Título: The Folklore of Discworld
Autor: Terry Pratchett, Jacqueline Simpson
Sinopse: NOW UPDATED to include material on the Discworld books up to Raising Steam. Most of us grow up having always known to touch wood or cross our fingers, and what happens when a princess kisses a frog or a boy pulls a sword from a stone, yet sadly some of these things are now beginning to be forgotten. Legends, myths, fairytales: our world is made up of the stories we told ourselves about where we came from and how we got there. It is the same on Discworld, except that beings which on Earth are creatures of the imagination - like vampires, trolls, witches and, possibly, gods - are real, alive and in some cases kicking on the Disc. In The Folklore of Discworld, Terry Pratchett teams up with leading British folklorist Jacqueline Simpson to take an irreverent yet illuminating look at the living myths and folklore that are reflected, celebrated and affectionately libelled in the uniquely imaginative universe of Discworld.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Folklore of Discworld”, de Terry Pratchett, Jacqueline Simpson, publicado pela editora Random House, em 2010 e com 528 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Random House
Páginas: 528
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9781407034249
Sobre a editora
Os livros da editora Random House apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o realismo histórico, o suspense contemporâneo e a ficção especulativa. A experiência de leitura costuma envolver personagens complexos em ambientes que vão desde pequenas vilas inglesas até cidades modernas e mundos imaginários, com conflitos que exploram tanto dramas pessoais quanto questões sociais amplas. O catálogo sugere obras que equilibram enredos mais narrativos e envolventes com textos que dialogam com temas atuais, como justiça social e memórias históricas, sempre com um ritmo que pode variar do introspectivo ao tenso. A linguagem, em geral, é acessível, mas não simplificada, convidando leitores que apreciam tanto o desenvolvimento psicológico quanto a construção cuidadosa do cenário.
