
Título: The Girl Next Door
Autor: Elizabeth Noble
Sinopse: What makes a house a home? For Eve Gallagher, home is miles away in England since she and her husband relocated to an apartment building on New York's Upper East Side. And life isn't coming up roses. What makes a neighbor a friend? Violet has lived in the building for decades, but she's always kept herself apart, until Eve's loneliness touches her heart. What makes a wife a lover? Jason Kramer in apartment 6A is no longer sure he loves his wife, but he's head over heels for Rachel Schulman in 6B. What makes the girl next door the woman of your dreams? Meeting Emily Mikanowski from 3A turns Trip Grayling's world upside down. It's love at first sight, but he needs help from Charlotte, the shy romance novel addict in 2A, if he's going to get his girl. What they all have in common is an address, but it is also a home where their lives and secrets intertwine. Come in and enjoy this bittersweet story of friendship and love.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Girl Next Door”, de Elizabeth Noble, publicado pela editora Penguin Books, em 2009 e com 496 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 496
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN:
ISBN13: 9780141030029
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
