
Título: The Girls in 3-B
Autor: Valerie Taylor
Sinopse: Annice, Pat, and Barby are best friends from Iowa, freshly arrived in booming 1950s Chicago to explore different paths toward independence, self--expression, and sexual freedom. From the hip-hang of a bohemian lifestyle to the sophisticated lure of romance with a handsome, wealthy, married boss to the happier security of a lesbian relationship, these three experience firsthand the dangers and limitations of women’s economic -reliance on men. Well-known lesbian pulp author Valerie Taylor skillfully paints a sociological portrait of the emotional and economic pitfalls of heterosexuality in 1950s America—and then offers a defiantly subversive alternative. A classic pulp tale showcasing predatory beatnik men, drug hallucinations, and secret lesbian trysts, The Girls in 3-B approaches the theme of sex from the stiffened vantage point of 1950s psychology.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Girls in 3-B”, de Valerie Taylor, publicado pela editora The Feminist Press at CUNY, em 2003 e com 256 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: The Feminist Press at CUNY
Páginas: 256
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 1558614567
ISBN13: 9781558614567
Sobre a editora
Os livros da editora The Feminist Press at CUNY costumam explorar narrativas que entrelaçam experiências pessoais profundas com questões sociais e políticas. Muitas obras apresentam protagonistas femininas em contextos desafiadores, como lutas contra opressões, discriminações e tradições rígidas, frequentemente em cenários históricos ou distópicos. O tom varia entre o intimista, com memórias e relatos autobiográficos carregados de humor e emoção, e o mais reflexivo, com ensaios e manifestos que discutem feminismo, arte e resistência. O catálogo sugere uma atenção especial a vozes marginalizadas, incluindo temas LGBTQIA+, raciais e de gênero, com uma linguagem que pode ser tanto acessível quanto densa, dependendo do enfoque.
