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The Handmaid

Título: The Handmaid's Tale

Autor: Margaret Atwood

Sinopse: The Handmaid's Tale is not only a radical and brilliant departure for Margaret Atwood, it is a novel of such power that the reader will be unable to forget its images and its forecast. Set in the near future, it describes life in what was once the United States, now called the Republic of Gilead, a monotheocracy that has reacted to social unrest and a sharply declining birthrate by reverting to, and going beyond, the repressive intolerance of the original Puritans. The regime takes the Book of Genesis absolutely at its word, with bizarre consequences for the women and men of its population. The story is told through the eyes of Offred, one of the unfortunate Handmaids under the new social order. In condensed but eloquent prose, by turns cool-eyed, tender, despairing, passionate, and wry, she reveals to us the dark corners behind the establishment's calm facade, as certain tendencies now in existence are carried to their logical conclusions. The Handmaid's Tale is funny, unexpected, horrifying, and altogether convincing. It is at once scathing satire, dire warning, and tour de force. It is Margaret Atwood at her best.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Handmaid’s Tale”, de Margaret Atwood, publicado pela editora Houghton Mifflin, em 1986 e com 325 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Houghton Mifflin

Páginas: 325

Ano: 1986

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9780547345666

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Margaret Atwood é uma imersão em mundos onde o futuro próximo se mistura com o presente, criando cenários que oscilam entre o familiar e o inquietante. Sua prosa combina uma tensão constante entre o distópico e o íntimo, revelando personagens que enfrentam crises morais e sociais profundas, muitas vezes em regimes totalitários ou sociedades pós-apocalípticas. O ritmo varia entre narrativas densas e momentos de reflexão, com um humor sutil e uma ironia que não poupam críticas ao poder, à opressão e às questões ambientais. A experiência é marcada por vozes femininas complexas e multifacetadas, que desafiam versões tradicionais da história e da mitologia. Ler Margaret Atwood é confrontar perguntas sobre identidade, memória e resistência, sempre com uma escrita que é ao mesmo tempo acessível e carregada de significado, um convite para pensar o presente através de futuros possíveis.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora HOUGHTON MIFFLIN costumam oferecer uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e envolventes com conteúdos informativos e artísticos. Seu catálogo traz desde biografias detalhadas e relatos históricos até poesia que transita entre o íntimo e o universal, além de obras que exploram mundos fantásticos e aventuras cheias de mistério. O tom varia entre o contemplativo e o tenso, com textos que podem ser ao mesmo tempo acessíveis e profundos. A presença de volumes ilustrados e edições especiais sugere um cuidado com o aspecto visual e a apresentação, enquanto a diversidade temática permite ao leitor encontrar tanto histórias mais narrativas quanto textos mais reflexivos e didáticos.

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