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The Handmaid

Título: The Handmaid's Tale

Autor: Margaret Atwood

Sinopse: The Handmaid’s Tale is a novel of such power that the reader will be unable to forget its images and its forecast. Set in the near future, it describes life in what was once the United States and is now called the Republic of Gilead, a monotheocracy that has reacted to social unrest and a sharply declining birthrate by reverting to, and going beyond, the repressive intolerance of the original Puritans. The regime takes the Book of Genesis absolutely at its word, with bizarre consequences for the women and men in its population. The story is told through the eyes of Offred, one of the unfortunate Handmaids under the new social order. In condensed but eloquent prose, by turns cool-eyed, tender, despairing, passionate, and wry, she reveals to us the dark corners behind the establishment’s calm facade, as certain tendencies now in existence are carried to their logical conclusions. The Handmaid’s Tale is funny, unexpected, horrifying, and altogether convincing. It is at once scathing satire, dire warning, and a tour de force. It is Margaret Atwood at her best.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Handmaid’s Tale”, de Margaret Atwood, publicado pela editora Houghton Mifflin Harcourt, em 2017 e com 320 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Houghton Mifflin Harcourt

Páginas: 320

Ano: 2017

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN: 1328879941

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Margaret Atwood é uma imersão em mundos onde o futuro próximo se mistura com o presente, criando cenários que oscilam entre o familiar e o inquietante. Sua prosa combina uma tensão constante entre o distópico e o íntimo, revelando personagens que enfrentam crises morais e sociais profundas, muitas vezes em regimes totalitários ou sociedades pós-apocalípticas. O ritmo varia entre narrativas densas e momentos de reflexão, com um humor sutil e uma ironia que não poupam críticas ao poder, à opressão e às questões ambientais. A experiência é marcada por vozes femininas complexas e multifacetadas, que desafiam versões tradicionais da história e da mitologia. Ler Margaret Atwood é confrontar perguntas sobre identidade, memória e resistência, sempre com uma escrita que é ao mesmo tempo acessível e carregada de significado, um convite para pensar o presente através de futuros possíveis.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora HOUGHTON MIFFLIN HARCOURT apresentam uma variedade de temas que transitam entre narrativas pessoais intensas, relatos históricos detalhados e obras de não ficção com forte apelo informativo. A experiência de leitura pode variar do ritmo envolvente de histórias de suspense e dramas familiares à densidade reflexiva de ensaios sobre ciência, comportamento e história social. As sinopses sugerem um catálogo que privilegia tanto a profundidade emocional quanto o rigor documental, com obras que exploram conflitos humanos, trajetórias de superação e contextos culturais diversos, do cotidiano ao histórico. Há títulos que convidam à imersão em viagens e descobertas, enquanto outros focam em experiências íntimas e transformadoras, com um tom que oscila entre o didático e o literário.

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