
Título: The Idiot: New Translation (Evergreens)
Autor: Fyodor Dostoevsky
Sinopse: Includes pictures and an extensive section on Dostoevsky's life and works
After spending several years in a sanatorium recovering from an illness that caused him to lose his memory and ability to reason, Prince Myshkin arrives in St. Petersburg and is at once confronted with the stark realities of life in the Russian capital—from greed, murder, and nihilism to passion, vanity, and love. Mocked for his childlike naivety yet valued for his openness and understanding, Prince Myshkin finds himself entangled with two women in a position he cannot bring himself to resolve. Dostoevsky, who wrote that in the character of Prince Myshkin he hoped to portray a "wholly virtuous man," shows the workings of the human mind and our relationships with others in all their complex and contradictory nature.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “The Idiot: New Translation (Evergreens)”, de Fyodor Dostoevsky, publicado pela editora Alma Classics, em 2014 e com 704 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Alma Classics
Páginas: 704
Ano: 2014-09-01
Edição: New
Linguagem: en
ISBN: 1847493432
ISBN13: 9781847493439
Sobre a editora
Os livros da editora Alma Classics convidam o leitor a uma imersão em narrativas que transitam entre o realismo social, o gótico e o fantástico, com personagens e cenários que evocam épocas marcadas por tensões históricas e dilemas humanos profundos. O catálogo revela uma predileção por textos que exploram conflitos internos e externos, desde a luta de classes na Inglaterra industrial até jornadas de autodescoberta em ambientes exóticos. A linguagem costuma ser densa e reflexiva, mesclando momentos de suspense com passagens filosóficas ou poéticas, o que cria um ritmo que alterna entre a tensão narrativa e a contemplação. Há obras que privilegiam o desenvolvimento psicológico de protagonistas complexos, enquanto outras apresentam tramas estruturadas em múltiplas vozes e perspectivas.
