
Título: The Idiot (Vintage Classics)
Autor: Fyodor Dostoevsky
Sinopse:
Richard Pevear and Larissa Volokhonsky’s masterful translation of The Idiot is destined to stand with their versions of Crime and Punishment, The Brothers Karamazov, and Demons as the definitive Dostoevsky in English.
After his great portrayal of a guilty man in Crime and Punishment, Dostoevsky set out in The Idiot to portray a man of pure innocence. The twenty-six-year-old Prince Myshkin, following a stay of several years in a Swiss sanatorium, returns to Russia to collect an inheritance and “be among people.” Even before he reaches home he meets the dark Rogozhin, a rich merchant’s son whose obsession with the beautiful Nastasya Filippovna eventually draws all three of them into a tragic denouement. In Petersburg the prince finds himself a stranger in a society obsessed with money, power, and manipulation. Scandal escalates to murder as Dostoevsky traces the surprising effect of this “positively beautiful man” on the people around him, leading to a final scene that is one of the most powerful in all of world literature.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “The Idiot (Vintage Classics)”, de Fyodor Dostoevsky, publicado pela editora Vintage, em 2003 e com 656 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Vintage
Páginas: 656
Ano: 2003-07-08
Edição: Reprint
Linguagem: en
ISBN: 0375702245
ISBN13: 9780375702242
Sobre a editora
Os livros da editora Vintage oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e personagens complexos, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. As sinopses sugerem um catálogo que transita entre o romance contemporâneo com temas de identidade e trauma, thrillers de investigação ambientados em ambientes de elite, e obras que exploram questões políticas e culturais profundas. O tom varia do intimista e reflexivo ao tenso e cheio de reviravoltas, com uma linguagem que pode ser tanto lírica quanto direta, dependendo do foco narrativo. Vintage parece privilegiar histórias que provocam reflexão sobre o indivíduo em seu meio social, com atenção a conflitos internos e externos, e que frequentemente apresentam uma ambientação rica em detalhes, seja em cidades modernas, sociedades históricas ou realidades políticas complexas.
