
Título: The Intelligence Trap: Why Smart People Make Dumb Mistakes
Autor: David Robson
Sinopse: An eye-opening examination of the stupid things smart people do―and how to cultivate skills to protect ourselves from error. “As a rule, I have found that the greater brain a man has, and the better he is educated, the easier it has been to mystify him” (Harry Houdini to Arthur Conan Doyle). Smart people are not only just as prone to making mistakes as everyone else― they may be even more susceptible to them. This is the “intelligence trap,” the subject of David Robson’s fascinating and provocative book. The Intelligence Trap explores cutting-edge ideas in our understanding of intelligence and expertise, including “strategic ignorance,” “meta- forgetfulness,” and “functional stupidity.” Robson reveals the surprising ways that even the brightest minds and most talented organizations can go wrong―from some of Thomas Edison’s worst ideas to failures at NASA, Nokia, and the FBI. And he offers practical advice to avoid mistakes based on the timeless lessons of Benjamin Franklin, Richard Feynman, and Daniel Kahneman.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Intelligence Trap: Why Smart People Make Dumb Mistakes”, de David Robson, publicado pela editora W. W. Norton & Company, em 2019 e com 320 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: W. W. Norton & Company
Páginas: 320
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 0393651428
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora W. W. Norton & Company oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com acessibilidade, frequentemente apresentando obras que dialogam com história, ciência e cultura contemporânea. O catálogo revela uma tendência a publicar textos que exploram temas complexos, como política, economia global, biografias detalhadas e debates filosóficos, sempre com um olhar que privilegia a profundidade e o contexto. As narrativas podem variar do ensaio crítico ao relato documental, incluindo também memórias e análises históricas, com um tom que ora é didático, ora reflexivo, mas sempre fundamentado em pesquisa sólida. Essa diversidade permite ao leitor transitar entre obras que são mais narrativas e outras que adotam um formato mais informativo e analítico.
