
Título: The Lady Elizabeth
Autor: Alison Weir
Sinopse: Alison Weir was already one of Britain's most popular historians when she wrote her first novel, "Innocent Traitor", which stormed the "Sunday Times" bestseller list to a chorus of praise. Now, in her second novel, Alison Weir goes to the heart of Tudor England at its most dangerous and faction-riven in telling the story of Elizabeth I before she became queen. The towering capricious figure of Henry VIII dominates her childhood, but others play powerful roles: Mary, first a loving sister, then as queen a lethal threat; Edward, the rigid and sad little King; Thomas Seymour, the Lord High Admiral, whose ambitions, both political and sexual, are unbridled. And, an ever-present ghost, the enigmatic, seductive figure of her mother Anne Boleyn, executed by Henry, whose story Elizabeth must unravel. Elizabeth learns early that the adult world contains many threats that have to be negotiated if she is to keep her heart and her head.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Lady Elizabeth”, de Alison Weir, publicado pela editora Random House, em 2008 e com 487 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Random House
Páginas: 487
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0091796776
ISBN13: 9780091796778
Sobre a editora
Os livros da editora Random House apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o realismo histórico, o suspense contemporâneo e a ficção especulativa. A experiência de leitura costuma envolver personagens complexos em ambientes que vão desde pequenas vilas inglesas até cidades modernas e mundos imaginários, com conflitos que exploram tanto dramas pessoais quanto questões sociais amplas. O catálogo sugere obras que equilibram enredos mais narrativos e envolventes com textos que dialogam com temas atuais, como justiça social e memórias históricas, sempre com um ritmo que pode variar do introspectivo ao tenso. A linguagem, em geral, é acessível, mas não simplificada, convidando leitores que apreciam tanto o desenvolvimento psicológico quanto a construção cuidadosa do cenário.
