
Título: The Last Thing He Wanted
Autor: Joan Didion
Sinopse: NATIONAL BESTSELLER • "Didion at her finest" —USA Today • An intricate, fast-paced novel about trying to create a context for democracy and getting hands a little dirty in the process, complete with conspiracies, arms dealing, and assassinations. From the author of The Year of Magical Thinking and Let Me Tell You What I Mean The narrator introduces Elena McMahon, estranged from a life of celebrity fundraisers and from her powerful West Coast husband, Wynn Janklow, whom she has left, taking Catherine, her daughter, to become a reporter for The Washington Post. She finds herself boarding a plane for Florida to see her father. She becomes embroiled in her his business even though "she had trained herself since childhood not to have any interest in what he was doing." It is from this moment that she is caught up in something much larger than she could have imagined. Didion makes connections among Dallas, Iran-Contra, and Castro, and points out how "spectral companies with high-concept names tended to interlock." As this book builds to its terrifying finish, we see the underpinnings of a dark historical underbelly.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Last Thing He Wanted”, de Joan Didion, publicado pela editora Vintage, em 1997 e com 240 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vintage
Páginas: 240
Ano: 1997
Edição: Reprint
Linguagem: pt_BR
ISBN: 0679752854
ISBN13: 9780679752851
Sobre a editora
Os livros da editora Vintage oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e personagens complexos, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. As sinopses sugerem um catálogo que transita entre o romance contemporâneo com temas de identidade e trauma, thrillers de investigação ambientados em ambientes de elite, e obras que exploram questões políticas e culturais profundas. O tom varia do intimista e reflexivo ao tenso e cheio de reviravoltas, com uma linguagem que pode ser tanto lírica quanto direta, dependendo do foco narrativo. Vintage parece privilegiar histórias que provocam reflexão sobre o indivíduo em seu meio social, com atenção a conflitos internos e externos, e que frequentemente apresentam uma ambientação rica em detalhes, seja em cidades modernas, sociedades históricas ou realidades políticas complexas.
