
Título: The Liars' Club: A Memoir
Autor: Mary Karr
Sinopse: #4 on The New York Times’ list of The 50 Best Memoirs of the Past 50 Years
The New York Times bestselling, hilarious tale of a hardscrabble Texas childhood that Oprah.com calls the best memoir of a generation
“Wickedly funny and always movingly illuminating, thanks to kick-ass storytelling and a poet’s ear.” —Oprah.com
The Liars’ Club took the world by storm and raised the art of the memoir to an entirely new level, bringing about a dramatic revival of the form. Karr’s comic childhood in an east Texas oil town brings us characters as darkly hilarious as any of J. D. Salinger’s—a hard-drinking daddy, a sister who can talk down the sheriff at age twelve, and an oft-married mother whose accumulated secrets threaten to destroy them all. This unsentimental and profoundly moving account of an apocalyptic childhood is as “funny, lively, and un-put-downable” (USA Today) today as it ever was.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “The Liars’ Club: A Memoir”, de Mary Karr, publicado pela editora Penguin Books, em 2005 e com 352 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Penguin Books
Páginas: 352
Ano: 2005-05-31
Edição: Reprint
Linguagem: en
ISBN: 0143035746
ISBN13: 9780143035749
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
