
Título: The Manuscript Found in Saragossa
Autor: Jan Potocki
Sinopse: The novel's narrator Alphonse van Worden, a young Walloon officer journeying to join his regiment in Madrid in 1739, is diverted into the Sierra Morena and mysteriously detained in the company of thieves, cannibalists, noblemen and gypsies whose stories he records for us as he hears them, day by day over a period of sixty-six days. 'The Manuscript Found in Saragossa', which has counted Alexander Pushkin among its many admirers, was published only in part in its author's lifetime, and thereafter has only been known fully through a Polish translation which appeared long after his death; controversy still rages over the original French text and the meaning to be attributed to it. A novel of stories-within-stories, it combines the picaresque with gothic horror and the supernatural, wit with erotic lyricism and inventiveness and, like the Decameron and the One Thousand and One Nights, it offers entertainment on an epic scale.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Manuscript Found in Saragossa”, de Jan Potocki, publicado pela editora Penguin Books, em 1996 e com 656 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 656
Ano: 1996
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9780140445800
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
