
Título: The Misty Harbour (Inspector Maigret)
Autor: Georges Simenon
Sinopse: “A writer as comfortable with reality as with fiction, with passion as with reason.” —John Le Carré
An Inspector Maigret mystery and a gripping tale of lost identity
“A man picked up for wandering in obvious distress among the cars and buses on the Grands Boulevards. Questioned in French, he remains mute . . . A madman? In Maigret's office, he is searched. His suit is new, his underwear is new, his shoes are new. All identifying labels have been removed. No identification papers. No wallet. Five crisp thousand-franc bills have been slipped into one of his pockets.”
A distressed man is found wandering the streets of Paris, with no memory of who he is or how he got there. The answers lead Maigret to a small harbour town, whose quiet citizens conceal a poisonous malice.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “The Misty Harbour (Inspector Maigret)”, de Georges Simenon, publicado pela editora Penguin Books, em 2015 e com 192 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Penguin Books
Páginas: 192
Ano: 2015-08-25
Edição: Reprint
Linguagem: en
ISBN: 014139479X
ISBN13: 9780141394794
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
