
Título: The Moor's Account
Autor: Laila Lalami
Sinopse: PULITZER PRIZE FINALIST • A NEW YORK TIMES NOTABLE BOOK • The imagined memoirs of the first black explorer of America—this "stunning [book] sheds light on all of the possible the New World exploration stories that didn’t make history” (Huffington Post).
In these pages, Laila Lalami brings us the invented memoirs Mustafa al-Zamori, called Estebanico. The slave of a Spanish conquistador, Estebanico sails for the Americas with his master, Dorantes, as part of a danger-laden expedition to Florida. Within a year, Estebanico is one of only four crew members to survive.
As he journeys across America with his Spanish companions, the Old World roles of slave and master fall away, and Estebanico remakes himself as an equal, a healer, and a remarkable storyteller. His tale illuminates the ways in which our narratives can transmigrate into history—and how storytelling can offer a chance at redemption and survival.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “The Moor’s Account”, de Laila Lalami, publicado pela editora Vintage, em 2015 e com 336 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Vintage
Páginas: 336
Ano: 2015-08-18
Edição: Reprint
Linguagem: en
ISBN: 0804170622
ISBN13: 9780804170628
Sobre a editora
Os livros da editora Vintage oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e personagens complexos, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. As sinopses sugerem um catálogo que transita entre o romance contemporâneo com temas de identidade e trauma, thrillers de investigação ambientados em ambientes de elite, e obras que exploram questões políticas e culturais profundas. O tom varia do intimista e reflexivo ao tenso e cheio de reviravoltas, com uma linguagem que pode ser tanto lírica quanto direta, dependendo do foco narrativo. Vintage parece privilegiar histórias que provocam reflexão sobre o indivíduo em seu meio social, com atenção a conflitos internos e externos, e que frequentemente apresentam uma ambientação rica em detalhes, seja em cidades modernas, sociedades históricas ou realidades políticas complexas.
