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The Open: Man and Animal

Título: The Open: Man and Animal

Autor: G. Agamben

Sinopse: The end of human history is an event that has been foreseen or announced by both messianics and dialecticians. But who is the protagonist of that history that is coming―or has come―to a close? What is man? How did he come on the scene? And how has he maintained his privileged place as the master of, or first among, the animals? In The Open, contemporary Italian philosopher Giorgio Agamben considers the ways in which the "human" has been thought of as either a distinct and superior type of animal, or a kind of being that is essentially different from animal altogether. In an argument that ranges from ancient Greek, Christian, and Jewish texts to twentieth-century thinkers such as Heidegger, Benjamin, and Kojève, Agamben examines the ways in which the distinction between man and animal has been manufactured by the logical presuppositions of Western thought, and he investigates the profound implications that the man/animal distinction has had for disciplines as seemingly disparate as philosophy, law, anthropology, medicine, and politics.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Open: Man and Animal”, de G. Agamben, publicado pela editora Stanford University Press, em 2003 e com 120 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Stanford University Press

Páginas: 120

Ano: 2003

Edição: 1

Linguagem: inglês

ISBN: 0804747385

ISBN13: 9780804747387

    Sobre a editora

    Os livros da editora Stanford University Press oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com narrativas detalhadas e análises profundas. O catálogo privilegia obras que exploram temas históricos, políticos e culturais, frequentemente com foco em processos complexos como a evolução social, as dinâmicas de poder e as transformações tecnológicas. As sinopses sugerem uma predominância de textos que mesclam narrativa histórica e ensaios críticos, com abordagens que vão do detalhamento de eventos específicos, como guerras e movimentos sociais, até reflexões teóricas sobre filosofia, estética e ciência. O tom tende a ser denso e informativo, com ritmo que equilibra exposição analítica e storytelling, adequado a leitores interessados em compreender contextos multifacetados e debates contemporâneos.

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