
Título: The Poison Diaries
Autor: Maryrose Wood
Sinopse: Jessamine Luxson lives with her father, Thomas, an apothecary, in an isolated cottage near Alnwick Castle. Thomas’s pride and obsession is his locked garden full of dangerous plants, which Jessamine is forbidden to enter. When a traveler brings an orphan to their cottage, he claims the boy has special gifts that Thomas might value. Jessamine is drawn to the strange but intriguing boy, called Weed. Soon their friendship deepens into love. Finally, Weed shares his secret: He can communicate with plants. For him they have distinct personalities—and some are even murderous. From the locked garden the poisonous plants call to Weed, luring him with promises of deadly power. When Jessamine falls inexplicably ill, only Weed’s relationship with the Poisons can save her. But Thomas is determined to exploit Weed’s abilities, even if it risks Jessamine’s life—or drives Weed to the brink of madness.…
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Poison Diaries”, de Maryrose Wood, publicado pela editora Balzer + Bray, em 2010 e com 278 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Balzer + Bray
Páginas: 278
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Balzer + Bray apresentam narrativas que transitam entre a descoberta da identidade e conflitos pessoais profundos, frequentemente ambientados em contextos contemporâneos ou fantásticos. O catálogo reúne histórias que exploram temas como amizade, família, e os desafios da adolescência, com personagens que enfrentam dilemas internos e externos, desde questões sociais até aventuras que envolvem magia ou tecnologia. A linguagem varia entre o lírico e o direto, com ritmo que ora privilegia a introspecção, ora a tensão crescente, criando experiências de leitura que dialogam com jovens leitores atentos a emoções complexas e mundos inventados. Há obras que se destacam pela abordagem de temas LGBTQ+, enquanto outras investem em fantasia épica ou realismo social, revelando uma pluralidade de vozes e estilos.
