
Título: The Proust Screenplay: a la Recherche Du Temps Perdu
Autor: Harold Pinter
Sinopse: In the early 1970s Harold Pinter joined forces with director Joseph Losey and Proust scholar Barbara Bray to develop a screenplay of Proust's masterpiece, Remembrance of Things Past. Pinter took more than a year to conceive and write the screenplay and called the experience "the best working year of my life." Although never produced, Harold Pinter's The Proust Screenplay is considered one of the greatest adaptations for the cinema ever written. With fidelity to Proust's text, the screenplay is an extraordinary re-creation by one of the leading playwrights of our time. It is, in its way, a unique collaboration between two extraordinary writers united across more than half a century and two different cultures by a special concern for time and memory.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Proust Screenplay: a la Recherche Du Temps Perdu”, de Harold Pinter, publicado pela editora Grove/Atlantic, em 1977 e com 180 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Grove/Atlantic
Páginas: 180
Ano: 1977
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0394422023
ISBN13: 9780394422022
Sobre a editora
Os livros da editora Grove/Atlantic oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre a reinterpretação de clássicos do teatro e a exploração profunda de figuras culturais icônicas. O catálogo sugere um interesse por textos que mesclam realidade e ficção, como peças que dialogam com o legado shakespeariano e biografias que revelam trajetórias complexas. A linguagem frequentemente aposta em um tom reflexivo e, por vezes, poético, com ritmo que varia do dramático ao investigativo, mantendo o leitor imerso em universos tanto históricos quanto imaginativos. Há obras que se destacam pelo uso de perspectivas pouco convencionais, como narradores infantis ou personagens marginais, e outras que exploram temas contemporâneos, como tecnologia, política e arte.
