
Título: The Reluctant Tuscan
Autor: Phil Doran
Sinopse: After years of working on a string of sitcoms, Phil Doran found himself on the outside looking in. Just as he and his peers had replaced the older guys when he was coming up the ranks, it was now happening to him. And it was freaking him out. He came home every night angry, burned- out, and exhausted. After twenty-five years of losing her husband to Hollywood, Doran’s wife decided it was finally time for a change—so on one of her many solo trips to Italy she surprised her husband by purchasing a broken-down 300-year-old farmhouse for them to restore. The Reluctant Tuscan is about the author’s transition from being a successful but overworked writer-producer in Hollywood to rediscovering himself and his wife while in Italy, and finding happiness in the last place he expected. In the witty tone that made him a success as a writer in Hollywood, The Reluctant Tuscan captivates those who simply love a good travel narrative as well as anyone who loves the quirky humor of Bill Bryson, Dave Barry, and Jerry Seinfeld.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Reluctant Tuscan”, de Phil Doran, publicado pela editora Gotham, em 2005 e com 306 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Gotham
Páginas: 306
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 1592401899
ISBN13: 9781592401895
Sobre a editora
Os livros da editora Gotham costumam oferecer narrativas marcadas por personagens reais ou ficcionais que transitam entre momentos de crise pessoal e transformações profundas, muitas vezes em contextos culturais ou históricos específicos. O catálogo apresenta obras que oscilam entre relatos íntimos de amizade e memórias, crônicas de autoconhecimento e humor ácido, até análises práticas sobre decisões e trajetórias de vida. A linguagem varia do tom coloquial e bem-humorado ao didático e reflexivo, convidando o leitor a uma experiência que pode ser tanto emotiva quanto informativa. O ritmo das obras pode ser mais cadenciado e contemplativo, como em memórias e biografias, ou dinâmico e irônico, especialmente em textos autobiográficos e narrativas de comédia.
