
Título: The Right to Maim: Debility, Capacity, Disability
Autor: Jasbir K. Puar
Sinopse: In The Right to Maim Jasbir K. Puar brings her pathbreaking work on the liberal state, sexuality, and biopolitics to bear on our understanding of disability. Drawing on a stunning array of theoretical and methodological frameworks, Puar uses the concept of “debility”—bodily injury and social exclusion brought on by economic and political factors—to disrupt the category of disability. She shows how debility, disability, and capacity together constitute an assemblage that states use to control populations. Puar's analysis culminates in an interrogation of Israel's policies toward Palestine, in which she outlines how Israel brings Palestinians into biopolitical being by designating them available for injury. Supplementing its right to kill with what Puar calls the right to maim, the Israeli state relies on liberal frameworks of disability to obscure and enable the mass debilitation of Palestinian bodies. Tracing disability's interaction with debility and capacity, Puar offers a brilliant rethinking of Foucauldian biopolitics while showing how disability functions at the intersection of imperialism and racialized capital.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Right to Maim: Debility, Capacity, Disability”, de Jasbir K. Puar, publicado pela editora Duke University Press Books, em 2017 e com 296 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Duke University Press Books
Páginas: 296
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0822369184
ISBN13: 9780822369189
Sobre a editora
Os livros da editora Duke University Press Books oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com narrativas que exploram tensões sociais, culturais e políticas profundas. O catálogo privilegia obras que abordam questões de identidade, poder e resistência, muitas vezes a partir de perspectivas históricas, antropológicas e culturais. É comum encontrar narrativas que dialogam com temas como raça, gênero, sexualidade e violência estrutural, apresentadas com um tom crítico e reflexivo. O ritmo das obras varia entre análises densas e relatos mais próximos do testemunho ou da etnografia, com uma linguagem que pode ser tanto teórica quanto acessível, dependendo do foco. A diversidade do catálogo se manifesta no contraste entre estudos que investigam tradições culturais e movimentos sociais e outros que examinam fenômenos contemporâneos, como a cultura pop e as dinâmicas urbanas.
