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The Secret Agent

Título: The Secret Agent

Autor: Joseph Conrad

Sinopse: With an Introduction and Notes by Hugh Epstein, Secretary of the Joseph Conrad Society of Great Britain. 'Then the vision of an enormous town presented itself, of a monstrous town...a cruel devourer of the world's light. There was room enough there to place any story, depth enough for any passion, variety enough there for any setting, darkness enough to bury five millions of lives.' Conrad’s ‘monstrous town’ is London, and his story of espionage and counter-espionage, anarchists and embassies, is a detective story that becomes the story of Winnie Verloc’s tenacity in maintaining her devotion to her peculiar and simple-minded brother, Stevie, as they pursue their very ordinary lives above a rather dubious shop in the back streets of Soho. However, far from offering any sentimental picture, The Secret Agent is Conrad’s funniest novel. Its savagely witty picture of human absurdity and misunderstanding is written in an ironic style that provokes laughter and unease at the same time, and that continues to provide one of the most disturbing visions of aspiration and futility in twentieth century literature. Acabamento: Paperback. Peso: 300g. Dimensões: 19 x 12 x 1.2.

Contexto da obra

Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “The Secret Agent”, de Joseph Conrad, publicado pela editora Wordsworth Editions Limited, em 1993 e com 256 páginas, integra a categoria Europeia. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.

Editora: Wordsworth Editions Limited

Páginas: 256

Ano: 1993

Edição: 1ª EDIÇÃO

Linguagem: Inglês

ISBN:

ISBN13: 9781853260650

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Joseph Conrad é uma imersão em mundos de tensão e introspecção, onde o ritmo varia entre a urgência da aventura e a contemplação profunda do psicológico. A prosa, ao mesmo tempo densa e precisa, constrói atmosferas carregadas de simbolismo e ambiguidade moral, frequentemente ambientadas em cenários exóticos como o mar revolto e selvas impenetráveis. O foco está no confronto do homem com suas próprias sombras, revelando dilemas éticos e a fragilidade da civilização diante do instinto e do caos. Essa experiência provoca no leitor uma reflexão sobre a natureza humana e as consequências do imperialismo, sem oferecer respostas fáceis, mas deixando perguntas inquietantes sobre a escuridão interior e os limites da coragem.

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