
Título: The Sobbing School (Penguin Poets)
Autor: Joshua Bennett
Sinopse: The debut collection from a 2021 Whiting Award and Guggenheim Fellow recipient whose “astounding, dolorous, rejoicing voice is indispensable” (Tracy K. Smith)
The Sobbing School, Joshua Bennett’s mesmerizing debut collection of poetry, presents songs for the living and the dead that destabilize and de-familiarize representations of black history and contemporary black experience. What animates these poems is a desire to assert life, and interiority, where there is said to be none. Figures as widely divergent as Bobby Brown, Martin Heidegger, and the 19th-century performance artist Henry Box Brown, as well as Bennett’s own family and childhood best friends, appear and are placed in conversation in order to show that there is always a world beyond what we are socialized to see value in, always alternative ways of thinking about relation that explode easy binaries.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “The Sobbing School (Penguin Poets)”, de Joshua Bennett, publicado pela editora Penguin Books, em 2016 e com 96 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Penguin Books
Páginas: 96
Ano: 2016-09-27
Edição:
Linguagem: en
ISBN: 0143111868
ISBN13: 9780143111863
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
