
Título: The Southern Frontier 1670-1732
Autor: Verner Crane
Sinopse: A classic resource on the struggle for dominance in southern North America during the colonial period
This volume recounts the clashes and intrigues that played out over the landscape of the Old Southwest and across six decades as the Spanish, French, British, and ultimately Americans vied for control. Rivalry began soon after initial discovery, mapping, and exploration as the world powers, particularly England and France, competed for control of the lucrative fur trade in the Mississippi valley. The French attempted to establish trade networks stretching from the Atlantic Ocean inland to the Mississippi River and northward from ports on the Gulf of Mexico to the Ohio River. But they found the British already entrenched there.
Verner Crane guides us through this multinational struggle and navigates the border wars and diplomatic intrigues that played crucial roles in the settlement of the South by Euro-Americans. In his new introduction, Steven Hahn places the work in the context of its time, sketches its publication history, and provides biographical information on Crane.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “The Southern Frontier 1670-1732”, de Verner Crane, publicado pela editora University Alabama Press, em 2004 e com 424 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: University Alabama Press
Páginas: 424
Ano: 2004-01-30
Edição: 2
Linguagem: en
ISBN: 0817350829
ISBN13: 9780817350826
Sobre a editora
Os livros da editora University Alabama Press costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor histórico com narrativas que exploram profundamente a cultura e a identidade regional do Alabama e do Sul dos Estados Unidos. O catálogo revela uma forte atenção a temas como história social, cultural e política, frequentemente abordados por meio de relatos detalhados, biografias e estudos de caso, que trazem à tona vozes diversas, desde comunidades indígenas até movimentos sociais e figuras militares. A linguagem tende a ser densa e informativa, com ritmo que varia entre o ensaístico e o narrativo, permitindo tanto análises acadêmicas quanto relatos mais acessíveis, como em histórias de vida e memórias locais. Além disso, há obras que dialogam com artes visuais, poesia e literatura, ampliando o escopo para além da história tradicional.
