
Título: The Town That Moved To Mexico
Autor: Arthur Herzog
Sinopse: The small towns of Hinchville, CA, and La Lacrimosa, Mexico, dispute ownership of a small strip of land on the border between them. When an earthquake causes a bizarre landslide, and several of the houses in Hinchville end up in La Lacrimosas's town square, the minor dispute becomes an international incident. The Mexican mayor turns the tables on the Americans by forcing them to perform domestic work for meager wages, while the mayor of Hinchville tries to figure out how to get his house back to California. When rumor of an airbone chemical weapon manufactured in the Mexican town reaches the U.S. State Department, military forces for each country assemble on the border, preparing for a potencial conflict. But the longer the Americans stay there, the more they come to realize the have more in common with the Mexicans than they originally expected. But can they avoid military action?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Town That Moved To Mexico”, de Arthur Herzog, publicado pela editora iUniverse, em 2004 e com 164 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: iUniverse
Páginas: 164
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0595309542
ISBN13: 9780595309542
Sobre a editora
Os livros da editora iUniverse convidam o leitor a navegar por narrativas que transitam entre o pessoal e o político, o real e o fantástico, com uma diversidade que vai do relato íntimo à ficção especulativa. O catálogo revela histórias que exploram conflitos humanos profundos, como a busca por identidade e amor na meia-idade, o enfrentamento da doença com humor, e a luta por justiça em cenários sociais complexos. Há também obras que mesclam elementos de suspense, fantasia e drama histórico, muitas vezes com protagonistas em situações-limite ou dilemas morais. A linguagem varia do coloquial ao reflexivo, e o ritmo pode ser tanto contemplativo quanto tenso, dependendo da proposta narrativa.
