
Título: The Water Babies
Autor: Charles Kingsley
Sinopse: The story follows Tom in his land-life as a climbing boy for a chimney-sweep and in his after-life as a water-baby, where he gains redemption from selfishness as well as from drudgery. On to this fantasy Kingsley grafts a series of digressions and comic asides, through which he comments on a range of contemporary issues. Kingsley ostensibly wrote The Water-Babies for his infant son, but its erratic flights of fancy are liable to take it beyond the immediate comprehension of adults and children alike. Often seen as an attack on the exploitation of child labour, it is rather a heterogeneous commentary on Kingsley's life and times. He writes with vibrant and humorous symbolism, fierce satire, and uninhibited imagination. This is the first edition to explore fully Kingsley's text, its variants, and its iconography, and to annotate the many references which enrich the story.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The Water Babies”, de Charles Kingsley, publicado pela editora Penguin Books, em 1995 e com 330 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 330
Ano: 1995
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0140621466
ISBN13: 9780140621464
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
