
Título: The White Lioness: Kurt Wallander
Autor: Henning Mankell
Sinopse: CRIME & MYSTERY. In peaceful Southern Sweden, Louise Akerblom, an estate agent, pillar of the Methodist church, wife and mother, disappears. There is no explanation and no motive. Inspector Kurt Wallander and his team are called in to investigate. As Inspector Wallander is introduced to this missing person's case, he has a gut feeling that the victim will never be found alive. In South Africa, Nelson Mandela has made his long walk to freedom, setting in train the country's painful journey towards the end of Apartheid. Wallander and his colleagues find themselves caught up in a complex web involving renegade members of South Africa's secret service and a former KGB agent, all of whom are set upon halting Mandela's rise to power. In an increasingly globalised world, Wallander and his team are faced with international terrorism which knows no frontiers - they must prevent a hideous crime that means to dam the tide of history.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “The White Lioness: Kurt Wallander”, de Henning Mankell, publicado pela editora Vintage, em 2003 e com 576 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vintage
Páginas: 576
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9780099464693
ISBN13: 9780099464693
Sobre a editora
Os livros da editora Vintage oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e personagens complexos, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. As sinopses sugerem um catálogo que transita entre o romance contemporâneo com temas de identidade e trauma, thrillers de investigação ambientados em ambientes de elite, e obras que exploram questões políticas e culturais profundas. O tom varia do intimista e reflexivo ao tenso e cheio de reviravoltas, com uma linguagem que pode ser tanto lírica quanto direta, dependendo do foco narrativo. Vintage parece privilegiar histórias que provocam reflexão sobre o indivíduo em seu meio social, com atenção a conflitos internos e externos, e que frequentemente apresentam uma ambientação rica em detalhes, seja em cidades modernas, sociedades históricas ou realidades políticas complexas.
