
Título: There Is a Door in This Darkness
Autor: Kristin Cashore
Sinopse: A magic-tinged contemporary YA about grief and hope from the acclaimed New York Times bestselling author of the Graceling Realm novels. Wilhelmina Hart is part of the infamous class of 2020. Her high school years began with a shocking presidential election and ended with a pandemic. In the midst of this global turmoil, she also lost one of her beloved aunts, a loss she still feels keenly. Having deferred college, Wilhelmina now lives in a limbo she can see no way out of, like so many of her peers. Wilhelminas personal darkness would be unbearable (especially with another monumental election looming) but for the inexplicable and seemingly magical clues that have begun to intrude on her lifeashes of bizarre, ecstatic whimsy that seem to add up to a message she cant quite grasp. But something tells her she should follow their lead. Maybe a trail of elephants, birds, angels, and stale doughnuts will lead Wilhelmina to a door?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “There Is a Door in This Darkness”, de Kristin Cashore, publicado pela editora Penguin, em 2024 e com 385 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin
Páginas: 385
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: English
ISBN: 1101614188
ISBN13: 9781101614181
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas envolventes e textos densos, com temas que transitam entre suspense, filosofia, história e literatura clássica. O catálogo apresenta desde thrillers contemporâneos com tramas policiais e conspirações até reflexões existenciais e guias práticos, como manuais de sobrevivência e técnicas culinárias. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre histórias narrativas e obras mais informativas ou ensaísticas, com um tom que pode variar do tenso e misterioso ao didático e contemplativo. A linguagem frequentemente privilegia personagens complexos e conflitos profundos, enquanto o ritmo pode oscilar entre o acelerado das tramas de suspense e o mais pausado das obras clássicas e filosóficas.
