
Título: There's No Such Place As Far Away
Autor: Richard Bach
Sinopse: When she was about to turn five, a little girl named Rae Hansen invited Richard Bach to her birthday party. Though deserts, storms, mountains, and a thousand miles separated them, Rae was confident that her friend would appear. There's No Such Place As Far Away chronicles the exhilarating spiritual journey that delivered Rae's anxiously awaited guest to her side on that special day--and tells of the powerful and enduring gift that would keep him forever close to her heart.Written with the same elegant simplicity that made Jonathan Livingston Seagull a bestselling phenomenon, There's No Such Place As Far Away has touched the hearts of thousands of readers since its first publication in 1979. Richard Bach's inspiring, now-classic tale is a profound reminder that miles cannot truly separate us from friends...that those we love are always with us--every moment of the infinite celebration we call life.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “There’s No Such Place As Far Away”, de Richard Bach, publicado pela editora Grafton, em 1988 e com 48 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Grafton
Páginas: 48
Ano: 1988
Edição: New Ed
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9780586051740
ISBN13: 9780586051740
Sobre a editora
Os livros da editora Grafton convidam o leitor a explorar universos que transitam entre o fantástico e o futurista, com narrativas que mesclam suspense político, fantasia épica e ficção científica. O catálogo apresenta histórias densas, onde conflitos de poder se desenrolam em cenários que vão de cidades futuristas a reinos medievais, sempre com personagens envolvidos em dilemas morais e aventuras que desafiam o tempo e a realidade. Há obras com ritmo acelerado e tensão crescente, como thrillers de espionagem e assassinato, e outras que privilegiam a construção mitológica e o tom contemplativo, típico da fantasia celta. A diversidade das tramas sugere um equilíbrio entre narrativas mais narrativas e outras que exploram o imaginário de forma mais simbólica e reflexiva.
