
Título: Things That Can and Cannot Be Said: Essays and Conversations
Autor: Arundhati Roy
Sinopse: No fim de 2014, Arundhati Roy, John Cusack, e Daniel Ellsberg viajaram a Moscow, para encontrar com o delator da NSA, Edward Snowden. O resultado foi uma série de ensaios e diálogos nos quais Roy e Cusack refletem sobre suas conversas com Snowden. Nestas provocativas e penetrantes discussões, Roy e Cusack discutem a natureza do estado, império e vigilância na era da guerra permanente, o significado de bandeiras e patriotismo, o papel das fundações e ONGs em limitar os conflitos, e as maneiras como o capital pode cruzar as fronteiras, mas não as pessoas. Arundhati Roy e uma escritora e ativista pela justiça global. De seu vencedor e premiado livro The God of Small Things, até sua escrita sobre tópicos que vão desde a mudança climática até a guerra, o desenvolvimento de mercado na India, a defesa da classe pobre, a voz de Roy se tornou indispensável para milhões em busca de um mundo melhor. John Cusack e um escritor, diretor e membro da Freedom of the Press Foundation. Ele escreveu roteiros para os filmes Matador em Conflito, Alta Fidelidade, Guerra Inc, com Mark Leyner e Jeremy Pikser, além de muitos outros. Seus escritos já apareceram em muitos veículos, tais como The Guardian, Truthout e Outlook India.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Things That Can and Cannot Be Said: Essays and Conversations”, de Arundhati Roy, publicado pela editora Haymarket Books, em 2016 e com 106 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Haymarket Books
Páginas: 106
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 1608467171
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Haymarket Books costumam oferecer leituras densas e engajadas, com forte foco em crítica social, política e econômica. O catálogo privilegia obras que combinam análise rigorosa e posicionamento ativista, abordando temas como capitalismo, colonialismo, racismo, feminismo e movimentos sociais. A linguagem varia entre o ensaístico e o poético, com textos que exploram desde relatos históricos até intervenções literárias inovadoras. O tom é frequentemente combativo, mas também reflexivo, convidando o leitor a repensar estruturas e narrativas consolidadas. Há uma diversidade de formatos, incluindo coleções de entrevistas, antologias e ensaios, que dialogam com públicos interessados em teoria crítica e justiça social.
