
Título: Tietê, Tejo, Sena: A Obra De Paulo Prado
Autor: Berriel Carlos
Sinopse: Paulo Prado foi o principal organizador da Semana de Arte Moderna. Em sua breve carreira de historiador escreveu duas obras: "Paulística" (1925) e "Retrato do Brasil" (1928). Paulo Prado foi um elo entre a Geração de 70 de Portugal e os modernistas paulistas. Foi um dos principais produtores e exportadores mundiais de café, e exerceu grande influência em nome da oligarquia paulista. Sua tese sobre a história de São Paulo e do Brasil é de base racial, conforme com as teorias da época. Segundo ele, o paulista e o brasileiro são resultados de mesclas raciais específicas: o brasileiro é o resultado do português decadente, do índio lascivo e do negro corrompido pela escravidão, sendo inferior ao paulista, que descenderia do português heroico dos descobrimentos e do índio adaptado ao meio natural brasileiro: seria, portanto, uma mescla racial superior. Em decorrência, o Brasil deveria ser governado apenas pelos paulistas num sistema político sem as diluições liberais. O Modernismo, em sua concepção, expressaria nas artes esta visão da condição nacional.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Tietê, Tejo, Sena: A Obra De Paulo Prado”, de Berriel Carlos, publicado pela editora Editora da Unicamp, em 2013 e com 312 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Editora da Unicamp
Páginas: 312
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526810014
ISBN13: 9788526810013
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,370
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Editora da Unicamp oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com abordagens acessíveis, abrangendo temas que vão da filosofia e história à ecologia e artes. O catálogo privilegia obras que dialogam com a produção científica e cultural, muitas vezes apresentando análises detalhadas e contextualizações históricas, como no caso de estudos sobre literatura brasileira, política científica, e pensamento filosófico. A linguagem tende a ser clara e didática, mesmo quando trata de assuntos complexos, favorecendo leitores que busquem aprofundamento sem abrir mão da clareza. Há também um interesse evidente pela interdisciplinaridade, com títulos que articulam direito, ciências da Terra, sociologia e outras áreas, indicando uma preocupação com temas contemporâneos e suas múltiplas dimensões.
