
Título: Time Is the Thing a Body Moves Through
Autor: T Fleischmann
Sinopse: How do the bodies we inhabit affect our relationship with art? How does art affect our relationship to our bodies? T Fleischmann uses Felix Gonzáles-Torres’s artworks―piles of candy, stacks of paper, puzzles―as a path through questions of love and loss, violence and rejuvenation, gender and sexuality. From the back porches of Buffalo, to the galleries of New York and L.A., to farmhouses of rural Tennessee, the artworks act as still points, sites for reflection situated in lived experience. Fleischmann combines serious engagement with warmth and clarity of prose, reveling in the experiences and pleasures of art and the body, identity and community.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Time Is the Thing a Body Moves Through”, de T Fleischmann, publicado pela editora Coffee House Press, em 2019 e com 152 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Coffee House Press
Páginas: 152
Ano: 2019-06-04
Edição:
Linguagem: en
ISBN: 1566895472
ISBN13: 9781566895477
Sobre a editora
Os livros da editora Coffee House Press costumam oferecer experiências de leitura marcadas por uma mistura de intensidade emocional e reflexões profundas sobre identidade, memória e conflito social. As narrativas frequentemente exploram temas como raça, gênero, sexualidade e trauma, com uma linguagem que varia entre o poético e o ensaístico, passando por contos de suspense psicológico e relatos de resistência cultural. O tom pode ser tanto visceral e direto quanto experimental e fragmentado, convidando o leitor a navegar entre o íntimo e o político. O catálogo revela obras que dialogam com questões contemporâneas, muitas vezes atravessadas por tensões raciais e históricas, mas também por momentos de humor ácido e ironia. Essa diversidade se manifesta em textos que ora são mais narrativos, com personagens complexos e cenários urbanos ou históricos, ora mais informativos e críticos, como ensaios feministas e relatos de true crime.
