
Título: Tio Nochas Havenças e Revivências
Autor: Iosito Aguiar
Sinopse: Tio Nochas haverá de me perdoar por tentar convertê-lo num modelo de personagem ideal. Ele é um homem simples como outro qualquer. Poderia até ser confundido com um político ou um velho coronel aposentado. Acredito que muitos dos que o conhecem não consigam ver nada de especial nele. Mas algo de grandioso e mágico existe num indivíduo quando ele compreende o sentido da vida e se torna verdadeiramente humano. Nunca encontrei uma pessoa humana com a dimensão de Tio Nochas. Ele fala com muita frequência, é verdade, de suas vivências passadas. Mas não há nele nada daquele sentimentalismo rançoso dos velhos quando falam da sua juventude passada. Ele fala de coisas que se acrescentam a nós, tornando-nos mais ricos e humanos. Na opinião de Portella, um velho amigo e profundo entendedor das coisas ocultas, Tio Nochas é um homem de hierarquia e, portanto, Senhor do Tempo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Tio Nochas Havenças e Revivências”, de Iosito Aguiar, publicado pela editora EGBA, em 2001 e com 153 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: EGBA
Páginas: 153
Ano: 2001
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8575050168
ISBN13: 9788575050163
Sobre a editora
Os livros da editora EGBA apresentam uma variedade de narrativas que exploram desde histórias pessoais e memórias até relatos históricos e reflexões sociais. A leitura frequentemente traz um tom introspectivo, com personagens que enfrentam conflitos internos ou situações de isolamento, como a solidão em cenários pós-apocalípticos ou o resgate de memórias autobiográficas. Há também obras que se destacam pelo rigor documental e pela abordagem didática, especialmente em temas ligados à história regional e cultural. O catálogo revela um equilíbrio entre narrativas mais poéticas e densas, como a poesia que evita sentimentalismos fáceis, e textos mais diretos e informativos, como monografias e relatos de viagem.
