
Título: To Marry Medusa
Autor: Theodore Sturgeon
Sinopse: “A master storyteller certain to fascinate.”—Kurt Vonnegut, Jr. Up until one minute ago, Gurlick was merely a specimen of Homo sapiens, and a substandard specimen at that. But now this craven, seething, barely literate drunk has ingested a spore that traveled light years before touching down on our planet. A spore that has in turn ingested Gurlick—turned him into a host for the Medusa, a hive mind so vast that it encompasses the life forms of a billion planets. A hive mind that is determined to ingest Earth as well. In this mind-wrenching classic of science fiction, the Hugo and Nebula Award-winning novelist Theodore Sturgeon places humanity on a collision course with an organism of unimaginable power and malevolence and reminds us how much we depend on each other, or even on a wretch like Gurlick. Crackling with suspense, overflowing with invention, and startling in its compassion, To Marry Medusa is a tour de force from one of the great imaginers of the golden age of speculative fiction.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “To Marry Medusa”, de Theodore Sturgeon, publicado pela editora Vintage, em 1998 e com 160 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vintage
Páginas: 160
Ano: 1998
Edição: lst Vintage Books ed
Linguagem: pt_BR
ISBN: 0375703721
ISBN13: 9780375703720
Sobre a editora
Os livros da editora Vintage oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e personagens complexos, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. As sinopses sugerem um catálogo que transita entre o romance contemporâneo com temas de identidade e trauma, thrillers de investigação ambientados em ambientes de elite, e obras que exploram questões políticas e culturais profundas. O tom varia do intimista e reflexivo ao tenso e cheio de reviravoltas, com uma linguagem que pode ser tanto lírica quanto direta, dependendo do foco narrativo. Vintage parece privilegiar histórias que provocam reflexão sobre o indivíduo em seu meio social, com atenção a conflitos internos e externos, e que frequentemente apresentam uma ambientação rica em detalhes, seja em cidades modernas, sociedades históricas ou realidades políticas complexas.
