
Título: Todo mundo tem mãe, Catarina
Autor: Carla Guerson
Sinopse: Tem laço que é nó. Bem ali, no meio da garganta, um caroço que não se deixa engolir. Um incômodo que é tão grande que pode mudar até o destino. Todo mundo tem mãe, Catarina é uma frase assim, jogada ao vento, no meio da cara de uma menina de cinco anos, uma Catarina que depois vai ter doze, depois quinze, depois muitos. Uma Catarina que precisa descobrir a sua história, para poder contá-la. E Carla Guerson faz isso sem concessões, jogando tudo no meio da nossa cara, e veja: a gente gosta. Porque a história de Catarina, da vó Amélia, da mãe que não parece mãe (não?), da Marilena, e da Suzana, é fascinante, e toca fundo num lugar essencial, íntimo, mas também universal. Todo mundo tem mãe, e a história dessas mulheres que são tantas outras, que poderia ser eu, que talvez seja você, é bonita mesmo em sua imperfeição, na luta por se descobrir, na luta por continuar. Uma narradora menina, mas que é tão imensa que entra, sem dúvida, para um restrito rol de personagens inesquecíveis. Isso é grande demais. E nem todo mundo faz, Catarina. Marcela Dantés
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Todo mundo tem mãe, Catarina”, de Carla Guerson, publicado pela editora Reformatório, em 2024 e com 184 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Reformatório
Páginas: 184
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8566887891
ISBN13: 9788566887891
Sobre a editora
Os livros da editora Reformatório convidam a uma experiência de leitura que mistura densidade literária e inquietação social, com narrativas que transitam entre o íntimo e o coletivo. O catálogo privilegia textos que exploram conflitos contemporâneos, como crises pessoais, políticas e culturais, muitas vezes ambientados em contextos brasileiros ou latino-americanos que ganham contornos de tensão e urgência. A prosa e a poesia aqui dialogam com temas como a memória, a dor, a busca por sentido e a crítica social, em estilos que podem variar do vigoroso thriller à reflexão lírica e ao relato fragmentado. Há obras que se debruçam sobre personagens em momentos de virada, seja na velhice, na juventude ou em situações-limite, revelando um interesse por trajetórias humanas complexas e multifacetadas. No conjunto, o leitor encontra textos que não se acomodam em fórmulas fáceis, mas que mantêm um ritmo que alterna entre a intensidade e o lirismo, convidando à imersão e à reflexão.
