
Título: Todos Morrem no Fim
Autor: Gerbase Carlos
Sinopse: Duas histórias que se cruzam - um atentado sexual e um sequestro – numa narrativa de tirar o fôlego. Professores universitários, militares corruptos, um policial desiludido e um advogado em início de careira percorrem as ruas de Porto Alegre e Sapucaia do Sul. A trama mescla o mundo do crime com o imaginário político de uma época não muito distante. O cotidiano pode ser violento, mas também pode ser erótico. Ou até as duas coisas ao mesmo tempo. As duas histórias seguem paralelas, em ritmo vertiginoso. Corrupção e heroísmo se entrelaçam e se confundem. Cabe ao leitor decifrar a ligação entre as narrativas e descobrir quem está mentindo e quem está acima de qualquer suspeita. As convenções do romance policial são contaminadas pela crônica histórica e política, e nada é exatamente como parece ser. Uma coisa, contudo, é líquida e certa, de acordo com a filosofia do inspetor Otávio, destilada em longas madrugadas no bar Majestade: todos morrem no fim. Confira a fanpage da Editora Sulina
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Todos Morrem no Fim”, de Gerbase Carlos, publicado pela editora Sulina, em 2010 e com 326 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Sulina
Páginas: 326
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8520505848
ISBN13: 9788520505847
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,380
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora SULINA revela um compromisso com obras que exploram temas acadêmicos e culturais com profundidade e rigor, sem abrir mão de acessibilidade para públicos diversos. O catálogo privilegia textos que dialogam com áreas como educação, sociologia, filosofia, comunicação e artes, apresentando reflexões que transitam entre o rigor teórico e a aplicação prática, como em análises sobre música na educação, redes de pesquisa, ou a interface entre literatura e clínica filosófica. A narrativa costuma ser densa, com ritmo que varia entre o ensaístico e o didático, e o tom, em geral, é reflexivo, crítico e aberto a múltiplas interpretações. Há obras que adotam linguagem mais experimental e outras que privilegiam a clareza para facilitar o acesso a temas complexos, indicando uma diversidade editorial que atende tanto leitores acadêmicos quanto interessados em cultura e pensamento contemporâneo.
