
Título: Tolstoy's Dictaphone: Technology and the Muse
Autor: $undefined
Sinopse: When the great Russian writer Tolstoy was first offered the use of a brand new invention called the Dictaphone, he refused it, saying that it was sure to be "too dreadfully exciting" and would distract him from his literary endeavors. For this provocative launch of the Graywolf Forum series, Sven Birkerts invited a number of literary writers to tell him how they were reacting to the technological innovatios of our day. Do the "dreadful excitements" promised by a digital future cause us to forfeit our time-honored cultural traditions for dubious gain? Or will the electronic millennium usher in an unprecedented age of interconnectedness and opportunities for wider communication? In the tradition of the Graywolf Annuals, this first Graywolf Forum presents a wide range of responses from contemporary creative writers. Contributors: Sven Birkerts Harvey Blume Daniel Mark Epstein Jonathan Franzen Thomas Frick Alice Fulton Albert Goldbarth Carolyn Guyer Gerald Howard Wendy Lesser Ralph Lombreglia Carole Maso Askold Melnyczuk Robert Pinsky Wulf Rehder Lynne Sharon Schwartz Tom Sleigh Mark Slouka Paul West
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Tolstoy’s Dictaphone: Technology and the Muse”, de $undefined, publicado pela editora Graywolf Press, em 1996 e com 266 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Graywolf Press
Páginas: 266
Ano: 1996
Edição: Softcover Ed
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9781555972486
ISBN13: 9781555972486
Sobre a editora
Os livros da editora Graywolf Press oferecem uma experiência de leitura marcada pela reflexão profunda sobre tempo, identidade e memória, com narrativas que transitam entre o ensaio, a poesia e o romance. O catálogo privilegia obras que exploram questões sociais e culturais complexas, como raça, gênero e história, frequentemente por meio de vozes pessoais e inovadoras. O tom varia do humor irônico e crítico a uma escrita mais meditativa e lírica, com ritmo que pode ser tanto fragmentado quanto fluido. As obras convidam o leitor a um mergulho em temas densos, como a violência estrutural, a busca por liberdade e a construção de sentido na fragmentação do tempo e da experiência.
