
Título: Too Much Hapiness: Kindle Book
Autor: Alice Munro
Sinopse: Amazon Best Books of the Month, November 2009: "She hated to hear the word 'escape' used about fiction. She might have argued, not just playfully, that it was real life that was the escape. But this was too important to argue about." Taken from a story called "Free Radicals," this line may be the best way to think about the lives unfolding in Alice Munro's Too Much Happiness. Real life assaults her central characters rather brutally--in the forms of murder and madness, death, divorce, and all manner of deceptions--but they respond with a poise and clarity of thought that's disarming--sometimes, even nonchalant--when you consider their circumstances. Her women move through life, wearing their scars but not so much wearied by them, profoundly intelligent, but also inordinately tender and thoughtful. There's more fact than fiction to these stories, rich in quiet, precise details that make for a beautiful, bewildering read. --Anne Bartholomew
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Too Much Hapiness: Kindle Book”, de Alice Munro, publicado pela editora Vintage, em 2009 e com 321 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vintage
Páginas: 321
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Vintage oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e personagens complexos, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. As sinopses sugerem um catálogo que transita entre o romance contemporâneo com temas de identidade e trauma, thrillers de investigação ambientados em ambientes de elite, e obras que exploram questões políticas e culturais profundas. O tom varia do intimista e reflexivo ao tenso e cheio de reviravoltas, com uma linguagem que pode ser tanto lírica quanto direta, dependendo do foco narrativo. Vintage parece privilegiar histórias que provocam reflexão sobre o indivíduo em seu meio social, com atenção a conflitos internos e externos, e que frequentemente apresentam uma ambientação rica em detalhes, seja em cidades modernas, sociedades históricas ou realidades políticas complexas.
