
Título: Too Sinful To Deny
Autor: Erica Ridley
Sinopse: One look at the towering ocean-side manor that is to be her new home, and exiled socialite Susan Stanton knows: This is a place haunted by secrets, and riddled with menace. For Susan, there is no escaping it. At best she can stay clear of the most dangerous element of all--dark-haired smuggler Evan Bothwick, a man whose shaded countenance cannot hide his wicked intent. But Susan has a secret of her own--a special gift that renders her privy to the darkest mysteries lurking within the walls of the manor and in the labyrinthine cellars beneath. And the only man who can help her make sense of it all is Evan, the very scoundrel and rogue she would do anything to be able to resist. . . Praise for Erica Ridley's Too Wicked to Kiss "A unique gothic romance complete with murder, madness, and mayhem " --Virginia Henley, "New York Times" bestselling author "Darkly sensual. . .a skillful blend of gothic mystery and steamy romance." --Karen Rose, "New York Times" bestselling author
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Too Sinful To Deny”, de Erica Ridley, publicado pela editora Zebra - Kensington, em 2011 e com 352 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Zebra - Kensington
Páginas: 352
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9781420109948
ISBN13: 9781420109948
Sobre a editora
Os livros da editora Zebra - Kensington costumam explorar histórias intensas de relacionamentos marcados por segredos, paixões conflituosas e reviravoltas dramáticas. O catálogo apresenta narrativas que transitam entre o suspense psicológico e o romance histórico, frequentemente ambientadas em cenários que vão de mansões isoladas a paisagens tropicais. A tensão entre personagens complexos e o desenrolar de mistérios pessoais ou criminais cria um ritmo que combina momentos de ação acelerada com passagens mais introspectivas. Há obras que privilegiam o tom sombrio e ameaçador, enquanto outras apostam em diálogos carregados de desejo e conflitos emocionais.
