
Título: Tornar-se Cristão: Paradoxo e Existência em Kierkegaard
Autor: Jonas Roos
Sinopse: As questões existenciais, presentes na cultura como um todo - na arte, nos mitos, nas religiões etc. - foram e continuam sendo pensadas e reformuladas pela filosofia, a qual nos fornece ferramentas conceituais imprescindíveis para refletirmos sobre quem somos e qual o sentido de nossas vidas. As religiões, por sua vez, desde o seu nascedouro, lidam com tais questões e procuram respondê-las de diferentes modos, a partir de diferentes narrativas, símbolos, práticas, diferentes visões de mundo. O cristianismo, e, mais especificamente, a interpretação que Kierkegaard faz dele, procura encaminhar tais questões enfatizando o paradoxo, a existência, a paixão e a subjetividade. E assim o faz porque percebe que a resposta à pergunta pelo sentido davida transcende toda objetividade. O cristianismo, assim, é entendido como aquele que desafia o indivíduo a tomar suas decisões pessoais e subjetivas, assumindo seus riscos e transformando tais decisões em uma prática de vida. Kierkegaard, contudo,é suficientemente atento para compreender que, do fato de que a proposta do cristianismo seja dirigida à subjetividade, não segue disso que seja inconsistente ou irrefletida.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Tornar-se Cristão: Paradoxo e Existência em Kierkegaard”, de Jonas Roos, publicado pela editora Liber Ars, em 2019 e com 200 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Liber Ars
Páginas: 200
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8594591985
ISBN13: 9788594591982
Sobre a editora
Os livros da editora Liber Ars convidam o leitor a um mergulho profundo em temas que cruzam as fronteiras entre o Direito, a Filosofia e as Ciências Sociais. A experiência de leitura tende a ser densa, com obras que dialogam entre o acadêmico e o ensaístico, muitas vezes explorando questões complexas como justiça, comportamento social, memória histórica e transformações políticas. O tom costuma ser reflexivo e analítico, com textos que valorizam o rigor conceitual e a interdisciplinaridade, mas que também apresentam narrativas históricas marcadas por tensão e contexto social. O catálogo revela uma predileção por obras que articulam teoria e prática, contemplando desde estudos filosóficos até relatos ambientados em períodos históricos específicos, proporcionando uma visão multifacetada do pensamento contemporâneo e passado.
