
Título: Tornar-se mulher: Obstáculos à feminilidade
Autor: Lusimar de Melo Pontes
Sinopse: Este livro procura ter como tema o sujeito feminino e suas questões em torno da sexualidade. A autora tem o intuito de discutir o que poderia contribuir ou não para constituir obstáculos à feminilidade, qual a questão do feminino com a lógica do reconhecimento e do que depende o reconhecimento do outro para sua experiência da feminilidade. A autora busca partir da premissa construída por Lacan, de que na constituição da sexualidade feminina existe algo de enigmático e singular, que se encontra mais além da problemática edípica e da castração, impossibilitando que seja instituído um caminho único e universal no processo de tornar-se mulher. As mulheres, por não contarem com um traço simbólico que as definem, seriam obrigadas a construir, inventar uma a uma sua própria versão da feminilidade. Os obstáculos à feminilidade poderiam ser acentuados caso a mulher não aceitasse que tal traço inexiste, condenando-a a uma eterna busca pelo reconhecimento.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Tornar-se mulher: Obstáculos à feminilidade”, de Lusimar de Melo Pontes, publicado pela editora Zagodoni, em 2012 e com 144 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Zagodoni
Páginas: 144
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788564250260
Sobre a editora
Os livros da editora ZAGODONI convidam o leitor a um mergulho denso no universo da psicanálise, da clínica e das práticas institucionais ligadas à saúde mental. A experiência de leitura é marcada por um tom que oscila entre o rigor teórico e a proximidade com casos clínicos, trazendo tanto ensaios que articulam teoria e contexto social quanto relatos que detalham intervenções práticas. O catálogo sugere uma atenção especial às interfaces entre psicanálise, saúde e instituições, com narrativas que exploram desde o acolhimento institucional até o trabalho clínico com adolescentes. Há obras que privilegiam uma linguagem mais analítica e outras que adotam um tom mais próximo, quase diário, como no relato de uma análise em Paris, revelando uma diversidade que vai do mais conceitual ao mais intimista.
