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Tradição, Revolução e Pós-Modernidade

Título: Tradição, Revolução e Pós-Modernidade

Autor: Ricardo Dip

Sinopse: Passados quase dez anos já da morte do grande jusfilósofo brasileiro José Pedro Galvão de Sousa - morto em 31 de maio de 1992 -, um grupo de pensadores argentinos, chilenos, das Espanhas, da Itália, de Portugal e do Brasil dedicou-se à tarefa de per passar ideias que, com o firme testemunho de toda uma vida, sustentou José Pedro. Esse líber amicorum converge numa unidade temática: tradição e revolução, em seu misterioso confronto, persistente na pós-modernidade. Com efeito, duas tradições engendram dois amores. Esses amores, como diz a célebre passagem agostiniana, fundaram duas cidades, irredutivelmente antinômicas. Antiquíssimas e quase simultâneas no tempo, essas duas tradições primordiais seguem ainda agora a contrapor seus legados, seus amores e suas cidades. A Trajetória humana - a biografia de cada homem e a história de cada povo - é irresistivelmente plasmada por esse conflito. Uma dessas tradições é, por antonomásia, a tradição; a outra, por adversar- lhe, a Revolução; aquela, esta chamada a observar a ordo creatoris, a ordem amorável - ordo amoris - e, objetiva, cognoscível dos homens em certa medida, intima-lhes as Leis de sua natureza, leges naturale. A outra, a revolução, é uma traditio contraveram traditionem.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Tradição, Revolução e Pós-Modernidade”, de Ricardo Dip, publicado pela editora Millennium, em 2001 e com 440 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Millennium

Páginas: 440

Ano: 2001

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9798586833358

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Ricardo Dip é marcada por um rigor analítico que se entrelaça com uma preocupação ética e jurídica profunda, criando uma experiência que é ao mesmo tempo densa e esclarecedora. O ritmo varia entre o contemplativo e o detalhista, com passagens que convidam à reflexão cuidadosa sobre temas complexos como responsabilidade, bioética e o funcionamento do registro público. A prosa tende a ser precisa e técnica, mas não deixa de incorporar momentos de leveza e até humor, especialmente quando aborda as nuances humanas por trás dos sistemas legais. O leitor é levado a confrontar questões morais e institucionais, navegando entre o concreto das práticas jurídicas e as abstrações filosóficas que as sustentam. Essa combinação faz dos livros de Ricardo Dip uma leitura que desafia o pensamento e convida a um olhar atento sobre o direito e suas implicações sociais.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Millennium apresentam um foco consistente em obras técnicas e especializadas, especialmente voltadas para profissionais e estudantes das áreas jurídicas, forenses e ambientais. A leitura desses títulos costuma ser densa e detalhada, com linguagem clara e didática, voltada para o aprofundamento prático e teórico. O catálogo privilegia temas como perícia criminal, direito ambiental e tributário, além de abordagens específicas sobre investigação policial e procedimentos técnicos. Há uma predominância de textos que combinam explicações conceituais com exemplos práticos, imagens ilustrativas e exercícios, o que indica um cuidado em tornar o conteúdo acessível e aplicável. A variedade no catálogo mostra obras mais narrativas e reflexivas ao lado de outras de caráter mais técnico e instrucional, contemplando públicos que buscam desde a formação acadêmica até a atualização profissional.

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