
Título: Traduzindo Novarina
Autor: Angela Leite Lopes
Sinopse: ‘Traduzindo Novarina – Cena, pintura e pensamento’ é o resultado de um longo trabalho desenvolvido por Angela Leite Lopes há mais de 15 anos. O livro traça a trajetória do artista desde sua estreia no teatro em 1974 até os dias de hoje, procurando situar para o leitor brasileiro os aspectos variados da sua produção. Mas é a partir do trabalho de tradução de seus textos para o português, do acompanhamento de espetáculos e da leitura de seus ensaios, que Angela Leite Lopes vai conduzindo, ao longo dos capítulos, uma análise da relação entre obra de arte e pensamento. Um pensamento que passa pelo corpo, pela experiência da fala, pela conjugação dos diversos campos do saber. Segundo a autora, “traduzir é pensar”. Assim, o exercício de reflexão da obra de arte, que é o fio condutor dos propósitos desenvolvidos em ‘Traduzindo Novarina – Cena, pintura e pensamento’, não se baseia exclusivamente em interpretações e não dissocia conceito de experiência concreta, ideia de matéria. Acabamento: Brochura. Peso: 150g. Dimensões: 23 x 15.5 x 0.7.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Traduzindo Novarina”, de Angela Leite Lopes, publicado pela editora 7 Letras, em 2017 e com 128 páginas, integra a categoria Teoria e Crítica de Cinema e Teatro. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: 7 Letras
Páginas: 128
Ano: 2017
Edição: 1ª EDIÇÃO
Linguagem: Português
ISBN:
ISBN13: 9788542105421
Sobre a editora
Os livros da editora 7 LETRAS apresentam uma leitura que atravessa a poesia, a crônica e o ensaio com um olhar atento às experiências humanas e sociais. O catálogo revela uma predileção por narrativas que exploram o cotidiano, a memória e as tensões entre o indivíduo e seu entorno, ora com tom poético e contemplativo, ora com humor e irreverência. As obras frequentemente dialogam com temas como identidade cultural, desigualdades sociais, linguagens artísticas e questões urbanas, criando um ritmo que pode ser tanto fluido quanto denso, conforme o foco do texto. A diversidade se manifesta na coexistência de textos mais narrativos e outros que se aproximam da reflexão crítica e teórica, ampliando o leque de possibilidades para leitores que buscam tanto emoção quanto análise.
