
Título: Tragédia da Rua da Praia
Autor: Cadastro de autores
Sinopse: Tragédia da Rua da Praia, de Rafael Guimaraens, relata uma história real ocorrida em setembro de 1911. Quatro misteriosos estrangeiros assaltam uma casa de câmbio na Rua da Praia e se envolvem em uma fuga enlouquecida pelo Centro de Porto Alegre, a pé, de carruagem, de bonde e até a bordo de uma carrocinha de leiteiro. O episódio abala profundamente o cotidiano da cidade, suscitando pânico na população, disputas políticas e guerra de versões entre os jornais. Enquanto os ladrões são perseguidos, dois empresários produzem um filme que irá estrear dez dias após o assalto em quatro sessões diárias no Cine- Theatro Coliseu. Lançado em 2005, o livro Tragédia da Rua da Praia venceu o prêmio O Sul, Nacional e os livros, escolhido pela Câmara Rio- grandense do Livro como melhor narrativa longa. A história recebeu uma versão em quadrinhos, com desenhos do premiado ilustrador Edgar Vasques, que apresentamos em segunda edição.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Tragédia da Rua da Praia”, de Cadastro de autores, publicado pela editora Libretos, em 2024 e com 60 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Libretos
Páginas: 60
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Libretos apresentam uma diversidade de vozes e formatos, com forte presença da literatura regional e da cultura gaúcha, além de obras que exploram poesia, narrativa e ensaio. A experiência de leitura pode variar entre o tom intimista e reflexivo, como em diários e poemas, e a tensão de relatos históricos ou contos dramáticos. Muitas obras trazem um recorte cultural específico, seja pela valorização da arte negra, da diversidade infantil ou da cena literária local. O catálogo da Libretos revela ainda um interesse por temas sociais e políticos, com textos que dialogam com questões contemporâneas e históricas, sempre com uma linguagem acessível e, por vezes, experimental.
