
Título: Tragédia da Rua da Praia em quadrinhos
Autor: Rafael Guimaraens
Sinopse: O ano é 1911. Uma manhã ainda fria de setembro em Porto Alegre. Quatro imigrantes estrangeiros cometem um desastrado assalto na quadra mais movimentada da Rua da Praia. Eles correm em fuga a pé pelas ruas, enquanto são perseguidos por centenas de populares e policiais. Roubam uma carruagem de aluguel. Seqüestram um bonde. Rendem um leiteiro. Cenas inéditas para a capital gaúcha até então. O crime tumultua a cidade e vira o centro das disputas políticas e jornalísticas. Em torno dele, movimentam-se republicanos e federalistas, católicos e positivistas, socialistas e anarquistas na defesa de suas convicções. Em menos de dez dias do acontecimento, estréia um filme sobre o episódio. A história real está contada em detalhes no livro Tragédia da Rua da Praia (Libretos, 304 págs.), do jornalista Rafael Guimaraens, com financiamento do Fumproarte e apoio da Copesul.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Tragédia da Rua da Praia em quadrinhos”, de Rafael Guimaraens, publicado pela editora Libretos, em 2011 e com 60 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Libretos
Páginas: 60
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8588412616
ISBN13: 9788588412613
Sobre a editora
Os livros da editora Libretos apresentam uma diversidade de vozes e formatos, com forte presença da literatura regional e da cultura gaúcha, além de obras que exploram poesia, narrativa e ensaio. A experiência de leitura pode variar entre o tom intimista e reflexivo, como em diários e poemas, e a tensão de relatos históricos ou contos dramáticos. Muitas obras trazem um recorte cultural específico, seja pela valorização da arte negra, da diversidade infantil ou da cena literária local. O catálogo da Libretos revela ainda um interesse por temas sociais e políticos, com textos que dialogam com questões contemporâneas e históricas, sempre com uma linguagem acessível e, por vezes, experimental.
