
Título: Trajetória e Perspectiva do Movimento Negro Brasileiro
Autor: Amauri Mendes Pereira
Sinopse: Este Conjunto de três ensaios de Amauri Mendes Pereira propõe uma leitura atualizada do que significou a emergência e a consolidação, no século XX, do Movimento Negro Brasileiro um movimento social liderado, desde o seu início, por intelectuais,artistas e sindicalistas afrodescendentes. O autor reconstitui tal trajetória destacando três momentos singulares: o primeiro impulso, na década de trinta, com o advento de Frente Negra; o segundo impulso, com ênfase no surgimento do Teatro Popular Experimental do Negro e, em seguida,, do Teatro Popular Brasileiro; e e, finalmente, o terceiro impulso, em que se consolidou definitivamente o movimento anti-racista de reivindicação, com a criação, em 1978, do Movimento Negro Unificado, o MNU.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Trajetória e Perspectiva do Movimento Negro Brasileiro”, de Amauri Mendes Pereira, publicado pela editora Nandyala, em 2008 e com 128 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Nandyala
Páginas: 128
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8561191104
ISBN13: 9788561191108
Sobre a editora
Os livros da editora Nandyala costumam trazer narrativas e ensaios que exploram temas ligados à experiência afro-brasileira e africana, com forte presença de histórias que dialogam com ancestralidades, direitos humanos e trajetórias femininas. A leitura dessas obras oferece um contato com vozes que transitam entre o lirismo sensível e a crítica sociopolítica, apresentando tanto relatos ficcionais quanto reflexões históricas e culturais. O catálogo revela um equilíbrio entre textos mais narrativos, como contos e memórias, e outros de caráter ensaístico e documental, que aprofundam questões de identidade, gênero e memória coletiva. O tom das obras varia entre o esperançoso e o combativo, com uma linguagem que privilegia a oralidade e a expressão cultural afrodescendente.
