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Transparências

Título: Transparências

Autor: Vladimir Nabokov

Sinopse: Um olhar através da matéria para denunciar os processos da memória e da escrita. Nabokov definiu este romance como "um conjunto­ de conversas sobre o amor", logo também sobre a vida, a ­morte e a escrita. Uma personagem, Hugh (You/tu), Peterson/­Person (Pessoa)/Parson (Pároco), revisita os espaços do seu ­passado -- a Suíça, oito anos antes --, o tempo do seu­ sonambulismo, em que não distingue o sonho da vigília. Do­ mesmo modo, o autor viaja pela sua própria escrita, no­ recuperar de imagens e temas de textos anteriores­ (encontram-se ecos do herói de The Don/O Professor - 1957, ou ­de Lolita - 1959). Mais uma vez, Nabokov parodia o escritor­ convencional – aqui também o revisor de provas -- e, com a ­conivência do leitor, dilui os limites entre arte e real, ­palavras e acontecimentos: "Quando nos concentramos num­ objeto material, seja qual for a sua situação, o próprio ­ato da atenção pode levar-nos a mergulhar involuntariamente na história desse objeto. Os ­principiantes devem aprender a desnatar a matéria se­ quiserem que a matéria permaneça ao nível exato do momento. ­Transparências, através das quais o passado resplandece".

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Transparências”, de Vladimir Nabokov, publicado pela editora Cedibra, em 1973 e com 123 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Cedibra

Páginas: 123

Ano: 1973

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Vladimir Nabokov é marcada por um contraste constante entre a precisão quase cirúrgica da linguagem e a intensidade das emoções humanas que explora. Seus textos alternam entre o lírico e o cruel, o íntimo e o externo, revelando personagens que vivem tensões profundas, muitas vezes entre desejo e destruição, memória e esquecimento. A prosa de Nabokov é densa e elaborada, rica em jogos verbais e nuances, o que exige do leitor atenção e entrega. O ritmo pode variar, ora contemplativo e detalhista, ora rápido e tenso, sempre guiado por uma ironia sutil e um humor que pode ser ácido. Seus narradores, muitas vezes pouco confiáveis, convidam a questionar a verdade e a moralidade das histórias, deixando no ar perguntas inquietantes sobre identidade, obsessão e a complexidade das relações humanas.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Cedibra reúnem um conjunto expressivo de narrativas em quadrinhos e histórias ilustradas que transitam entre o humor leve e a aventura dinâmica. O tom costuma variar entre o divertido e o levemente dramático, com personagens que enfrentam desafios inusitados, desde missões para recuperar objetos valiosos até conflitos pessoais carregados de emoção. O ritmo das obras tende a ser ágil, favorecendo a leitura fluida, com linguagem acessível para públicos juvenis e adultos que apreciam histórias gráficas. As sinopses sugerem uma predominância de enredos que misturam fantasia, ação e comédia, muitas vezes com um toque de sátira ou crítica social sutil.

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