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Transposição do Rio São Francisco

Título: Transposição do Rio São Francisco

Autor: Francisco Jácome Sarmento

Sinopse: "Em termos de propósitos, há três momentos na história do projeto da Transposição. O primeiro diz respeito ao Brasil Império, época em que o projeto era visto como uma forma de “combater” a seca no Estado do Ceará, onde esse fenômeno climatológico matava aos milhares, principalmente pela impossibilidade de a população deslocada alcançar as fontes de água a tempo, pois não havia estradas nem meios de transporte, como passaria a existir a partir do início do século XX. O segundo momento ocorre ao longo do século XX e tem, nas versões das décadas de 1980 (1.a versão) e de 1990 (3.a versão) do projeto, a sua expressão concreta de uma obra voltada para a irrigação, embora os abastecimentos humano e animal estivessem considerados no rol de demandas a serem atendidas. O terceiro momento distingue-se pela mudança da forma operativa, ou seja, pela maneira como passa a funcionar o projeto, priorizando-se, de maneira absoluta, o abastecimento humano e convertendo-se a Transposição — essa conexão entre o Semiárido Setentrional e uma fonte hídrica segura — em um instrumento de gestão de recursos hídricos nas bacias receptoras. Nessa nova forma de operar a Transposição, a transferência de água para fins de desenvolvimento regional (irrigação, aquicultura, etc.) está condicionada à ocorrência de cheias no São Francisco, embora os 26,4 m³/s incondicionais possam ser usados para esses fins, enquanto o horizonte de consumo dessa vazão não seja alcançado." "A minha experiência de trabalho na Transposição ao longo dos governos Itamar Franco e FHC contrastaria tanto com a que tive no governo Lula, que me leva a concluir — não sem certa tristeza — que os grandes projetos de importância para o Nordeste, para saírem do papel, exigem do líder uma identidade que é quase um tipo especial de sensibilidade humanística, apenas adquirível quando compartilha da mesma miséria, se livra, por um milagre, do determinismo social e alcança uma posição que lhe confere o poder de tentar mudar essa realidade."

Contexto da obra

Na área de Engenharia e Tecnologia, obras como esta costumam ser lidas a partir de seu valor técnico e formativo. “Transposição do Rio São Francisco”, de Francisco Jácome Sarmento, publicado pela editora Chiado Editora, em 2018 e com 298 páginas, integra a categoria Livros de Engenharia e Tecnologia. Por isso, o contexto da obra pesa bastante para entender seu valor dentro de uma área mais especializada.

Editora: Chiado Editora

Páginas: 298

Ano: 2018

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 989522995X

ISBN13: 9789895229956

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,200
  • Altura (cm): 22,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 2,00

Sobre a editora

Os livros da editora CHIADO EDITORA apresentam um leque variado de narrativas que transitam entre o realismo cotidiano, a fantasia e o suspense, sempre com uma linguagem acessível e envolvente. Muitas obras exploram jornadas pessoais e conflitos internos, como o amadurecimento, a busca por identidade ou o enfrentamento de desafios sociais e emocionais. O catálogo traz desde relatos intimistas e crônicas fragmentadas até tramas de aventura e mistério, com ambientações que vão do interior paulista a cenários intergalácticos ou históricos. O tom oscila entre o humor leve e a reflexão profunda, e o ritmo das histórias pode ser tanto dinâmico e cheio de ação quanto pausado e contemplativo, atendendo a diferentes gostos de leitura.

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