
Título: Tratado de Arquitetura
Autor: Vitrúvio
Sinopse: Único texto sobre arquitetura datado da Antigüidade clássica que se conservou até os dias de hoje, o tratado De architectura de Vitrúvio, escrito em 27 a.C. e supostamente dedicado ao imperador Augusto, tornou-se referência já durante a Antigüidade e, séculos mais tarde, redescoberto numa abadia italiana, viria a influenciar as concepções estéticas renascentistas. Nas dez partes que compõem a obra, trata-se de arquitetura, planejamento urbano, ordens gregas, técnica e materiais de construção; identificam-se vários edifícios públicos e particulares, religiosos e laicos; são descritos mecanismos de aplicação civil e militar, como relógios e máquinas hidráulicas. No entanto, o vigor do tratado está na concepção vitruviana de arquitetura como imitação da natureza; na arte de construir com um senso de proporção que leva em conta a obra de arte suprema: o corpo humano; e na definição das três qualidades essenciais de uma estrutura: solidez, utilidade e beleza. A edição do Tratado de arquitetura que a Martins apresenta ao público brasileiro foi realizada a partir do original latino pelo historiador português M. Justino Maciel e inclui inúmeras notas que ajudam o leitor a entender esse genuíno monumento da cultura clássica.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Tratado de Arquitetura”, de Vitrúvio, publicado pela editora Martins Fontes, em 2007 e com 556 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Martins Fontes
Páginas: 556
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Martins Fontes revela uma inclinação por obras que exploram o pensamento filosófico e reflexivo, muitas vezes com um tom didático e aprofundado. O catálogo privilegia textos que abordam desde a filosofia clássica e contemporânea até temas como lógica, metafísica e ética, apresentando discussões que vão do abstrato ao cotidiano. Também há espaço para narrativas que dialogam com a cultura, a história e as artes, incluindo adaptações literárias e análises que convidam o leitor a um mergulho intelectual. O ritmo das obras tende a ser contemplativo, com linguagem clara, mas que exige atenção, e o público parece ser leitor interessado em compreender ideias complexas e contextos culturais amplos.
