
Título: Tratado sobre o canhamo de 1728
Autor: Marcandier
Sinopse: Apresentamos aqui dois textos do século XVIII encomendados pelo imperador Dom Pedro para fomentar o plantio do Cânhamo em terras brasileiras, trata-se de um apanhado de recomendações e orientações sobre o cultivo, tangenciando seus fins medicinais já em época tão remota. Este livro visa fomentar a discussão sobre esse plantio tão importante para a economia mundial nos dias de hoje, não somente pelas questões medicinais da cannabis sativa, mas também pelo valor econômico de sua fibra e valor ambiental de uma planta que recupera e não degenera a terra em que é cultivada. Uma curiosidade editorial apresentada em seu texto original, sem atualização ortográfica ou correções de erros tipográficos comuns numa imprensa ainda insipiente, mostrando historicamente o valor desta planta e convidando a uma pesquisa mais atualizado dos ganhos que obtiveram os países que aderiram e liberaram o seu cultivo.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “Tratado sobre o canhamo de 1728”, de Marcandier, publicado pela editora Faria e Silva Editora, em 2021 e com 103 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Faria e Silva Editora
Páginas: 103
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: pt
ISBN: 9786589573173
ISBN13: 9786589573173
Sobre a editora
Os livros da editora Faria e Silva Editora revelam uma inclinação por narrativas que exploram o humano em suas contradições e complexidades, frequentemente em contextos urbanos ou históricos densos. A experiência de leitura tende a ser marcada por personagens intensos, como famílias disfuncionais ou indivíduos em crise existencial, que transitam entre o real e o simbólico com um ritmo que ora é ágil e cortante, ora poético e reflexivo. O catálogo sugere um interesse por temas como a tecnologia que aprisiona, a memória social, e as tensões do cotidiano brasileiro, incluindo a dinâmica das cidades e as raízes históricas do país. Há obras que se aproximam do contemporâneo urbano e outras que dialogam com o passado, sempre com uma linguagem que privilegia a densidade emocional e a complexidade das relações humanas.
