
Título: Três parábolas da misericórdia
Autor: José H. Prado Flores
Sinopse: Entre no túnel do tempo e imagine-se na famosa Biblioteca de Alexandria, no Egito, onde existe o único exemplar manuscrito dos quatro Evangelhos. De repente, o edifício começa a arder em chamas, e você tem a possibilidade de resgatar uma única página. Por qual passagem dos evangelhos você seria capaz de desafiar as chamas? O autor deste livro arriscaria a vida para resgatar as três parábolas da misericórdia, pois para ele os relatos da ovelha perdida, da dracma perdida e do filho pródigo são o coração do Evangelho e, se tivessem sido conservadas somente essas passagens bíblicas na história, isto bastaria para contemplar o verdadeiro rosto de Deus, a missão de Jesus, assim como nosso processo de salvação e a meta da vida cristã: ser misericordioso assim como foi o Pai com seus filhos. Por isso, o objetivo deste livro é apresentar esses relatos, que formam um tríptico indivisível. Os dois primeiros, constituem a plataforma do terceiro e de algum modo estão nele contidos. E todos terminam com uma festa, razão pela qual, temos de nos perguntar o que acontece quando ela acaba.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Três parábolas da misericórdia”, de José H. Prado Flores, publicado pela editora Edições Loyola, em 2006 e com 70 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 70
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8515031663
ISBN13: 9788515031665
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
